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NEWSLETTER 01/2008

 

"ESTÁ A VIVER HOJE UMA VIDA QUE GOSTARIA DE VIVER POR TODA A ETERNIDADE?"

Nietzsche

Este início do ano 2008, convidamos a reflectir sobre a sua vida pessoal, profissional, familiar e social. Sente-se confortavelmente na sua cadeira, e enquanto lê este artigo, pense, sinta, ouça e veja a si próprio. Como decorreu o ano 2007 para si? O que fez? O que gostaria de ter feito? A proposta não é pensar sobre O que ainda não alcançou, mas antes, quantas vezes se sentiu frustrado/a? E porquê essa pergunta?

nl20080105Quantas vezes quis ser o melhor a realizar uma tarefa ou um projecto no trabalho, e sentiu frustrado/a ou teve desgostos, porque não aconteceu como esperava? Quantas vezes quis emagrecer e não conseguiu, e sentiu triste consigo mesmo? Quantas vezes sentiu-se frustrado/a porque quis explicar o seu ponto de vista, comunicar o que pensava e sentia, e teve a sensação que não estava a ser entendido/a…Quantas vezes na sua relação amorosa, não ouviu uma lista de “tu não fazes issso…tu não mudas…tu não fazes aquilo…és sempre a mesma coisa…lá vens com essa história novamente…” e teve a consciência que fez tentativas, mudou estratégias e tudo o que realizou, pareceu ser percepcionado completamente de forma oposta?

Cada vez que se sente frustrado/a é porque não atingiu algo a que se propôs, um objectivo. O que geralmente ouvimos e lemos é alcance seus objectivos, ou, tudo o que deseja. Porém o menos comum, é, quantas vezes atingiu o sentimento de frustração, e teve que permanecer naquilo que se propôs, sozinho, triste, com a insegurança de falhar e a vontade de desaparecer ?

(CONTINUAÇÃO..)

A frustração, em si, é uma emoção que sente. Pode pensar num objectivo, pode formulá-lo, pode imaginar que acredita, mas depois se não o atingir o que terá de gerir, é a frustração. A frustração poderá despertar emoções, como o medo, a raiva, a falta de confiança, a confusão, a vontade de se isolar, desaparecer, chorar e outras mais emoções que são parte do que nós somos – seres humanos. O problema agrava-se quando tem que lidar com a sua frustração sem tempo para parar, sem espaço para si, respondendo a todos que o/a rodeiam, e tendo que ir trabalhar…

Como lidou com aqueles sentimentos? Como geriu os seus pensamentos, o que acreditou, o que sentiu? Quantas vezes deisitiu de projectos, sonhos, pessoas, e de si mesmo/a, porque sentiu muitas vezes frustrado?

A PNL (programação neurolinguística) e o coaching, não ajuda apenas a criar estados positivos, atingir objectivos, a comunicar melhor, mas também a gerir aquelas emoções. As técnicas ministradas nestes cursos, ajudam a voltar a acreditar naquilo que deixou de crer quando era adolescente, jovem….. ou naquilo que hoje o limita, após tantas frustrações ter definido acreditar, a fim de lhe poupar dos sofrimentos e “falsas” esperanças. As seguintes frases são alguns exemplos de conviccções ou crenças que nos limitam: não sou capaz de ter alguém que me ame, ou não vale a pena, todas as mulheres são iguais, ou não sou capaz de escrever um livro, ou não consigo abrir e gerir o meu próprio negócio, ou não acredito que a situação “x“pode mudar, ou não vale a pena eu querer isso (implícito não vale a pena eu lutar por mim!) e etc….

Relembremos afinal “onde se deve procurar a liberdade é nos sentimentos. Esses é que são a essência viva da alma”, citando Goethe, do tema Liberdade.

 

Mais Informações?   Tel. 218 474 190    Telem. 96 03 83 135     Telem.  96 25 32 310    mail: info@more-institut.com